sábado, 26 de março de 2011

As consequências da felicidade no ambiente de trabalho


Felicidade é o que a grande maioria das pessoas busca, seja na vida pessoal ou na vida profissional. Ser feliz é está em estado de espírito e de graças, está infeliz ou triste é está em uma situação totalmente indesejada. No trabalho a infelicidade é muito mais latente e visível porque pode afetar diretamente muito mais pessoas do que no caso de envolver apenas a vida pessoal. O que deve ser feito para que as pessoas sejam felizes em seus trabalhos? Quais as conseqüências de empregados infelizes em suas atividades? O que a empresa deve fazer para deixar os empregados felizes?

É preciso que a origem da infelicidade seja muito bem identificada porque pode ocorrer da falta de felicidade apresentada no ambiente de trabalho seja em decorrência de fatores totalmente desvinculados da empresa. Fatores como relacionamentos amoroso, familiares, vizinhos, etc. devem ser muito importantes para deixar uma pessoa infeliz e isso refletir seriamente em seu emprego. Entretanto, muitos fatores podem está muito diretamente vinculados nos relacionamentos com os colegas, com a chefia ou com a própria empresa como um todo.

É sabido que pessoas tristes produzem muito menos que as pessoas felizes. A produtividade das pessoas que estão felizes é muito maior do que a das pessoas infelizes. É uma conclusão bastante obvia porque as pessoas infelizes geralmente não possuem incentivo algum para trabalhar com afinco. São totalmente desprovidas de determinação própria para se dedicar de forma mais efetiva à atividade exercida na empresa. As empresas, realmente, deveriam cuidar muito mais da qualidade de vida dos seus empregados dentro da própria empresa. Envolvendo também os relacionamentos com os colegas, as chefias e os processos de reconhecimento.

Pesquisas realizadas em diversos países em diferentes épocas constataram que as pessoas buscam em primeiro lugar ambientes agradáveis e que possam exercer suas atividades com liberdade e tranqüilidade e que possam cultivar relacionamentos altamente agradáveis e que sejam respeitados, reconhecidos e que tenham oportunidades de crescer na empresa. Trabalhar em um lugar onde os “nervos ficam à flor da pele” como se diz em setores onde os relacionamentos são extremamente desagradáveis é um sofrimento muito grande, uma tortura, as pessoas mais felizes podem se tornar amargas, desinteressadas e improdutivas.

Apesar de muitos dizerem que a felicidade deve está dentro de cada um, em muitos setores das empresas (quando não em toda empresa) são verdadeiras fábricas na produção de pessoas infelizes. Setores ou empresas onde as pessoas pouco se cumprimentam, onde a chefia quase na fala com o empregado, em muitas vezes só falam quando é para dá uma bronca, nunca são elogiados pela chefia devem ser evitados. Nesses lugares as pessoas podem ter como efeitos colaterais a aquisição de muitas doenças derivadas de ambientes nocivos ao ser humano tais como doenças do coração, depressão, stress e muitas outras. As empresas deveriam criar um ambiente em que os seus empregados sejam felizes, produzam mais, gerem mais lucros e tenham mais alegrias e saúde.

domingo, 20 de março de 2011

Por que os idosos são tão desrespeitados?


Os idosos em nosso país não são tratados como deveriam ser. Com muita facilidade se encontram exemplos de discriminação, desrespeito e falta de educação com as pessoas mais velhas, notadamente com aquelas que possuem idades mais avançadas. Os conhecimentos, a experiência e a inteligência são ignorados e a diminuição do vigor físico é realçada no meio da sociedade e até mesmo nos meios familiares. O que deve ser feito para que os idosos sejam respeitados no seu cotidiano? É necessária mais fiscalização e punição aos desrespeitos aos direitos dos idosos? Os familiares devem ser punidos por não cuidar bem de seus idosos?

Evidentemente que quando os anos vão chegando, a partir de uma certa idade, a força física, a saúde e a postura vão diminuindo. Isso faz com que a pessoa passe a ter menos condições de realizar atividades ou ações cotidianas com a mesma desenvoltura de antes. Ocorre também que na maioria das pessoas com idade mais avançada aparecem doenças que as deixam ainda mais debilitadas. Aí é que os cuidados e a atenção devem ser maiores. Nesse momento, a família, o Estado e a sociedade devem amparar com todo o carinho possível.

Infelizmente, não é isso que é verificado na prática. Exemplos de desrespeitos aos idosos são inumeráveis. Mau atendimento nos postos de saúde e hospitais, desrespeitos por parte de motoristas de ônibus, desrespeitos nas filas dos estabelecimentos bancários e de outros tipos de serviços, estacionamento em vagas para idosos e uma infinidade de outros exemplos de falta de respeito àqueles que tanto fizeram por nós e por nosso país com o seu trabalho. Este último tipo de falta de respeito ao idoso ocorre em todos os lugares e em todos os tipos de estabelecimentos. É só ficar próximo á vagas destinadas a idosos. Quase sempre se observa as vagas ocupadas, mas quase nunca por idosos. A fiscalização é rara e ineficiente. Na cidade de São Paulo, no período de um ano foram aplicadas 24.300 multas por estacionar em vagas destinadas a idosos.

Em 2003 foi aprovado o Instituto do Idoso, por meio da Lei 10741/2003 que institucionalizou e determinou as obrigações e os deveres da sociedade, dos poderes público e privado e da família para com as pessoas idosas. Entre muitas outras coisas, o Instituto do Idoso estabelece que as pessoas com mais de 60 anos tem direito á saúde, ao bem estar, ao lazer e a serem tratadas com toda dignidade e respeito possível sejam em órgãos públicos ou privados ou na própria família. Essa mesma lei estabelece também que o idoso deve ser atendido com a mais absoluta prioridade, independente de onde seja. Será que esses e os outros preceitos dessa lei são respeitados? Todos nós sabemos que não.

A fiscalização ao cumprimento do Instituto do Idoso é absolutamente prioritária. Não se pode admitir que as pessoas em sua idade mais avançada tenham seus direitos roubados. Pessoas que não respeitam os idosos podem ser consideradas como marginais, como bandidas, e devem ser punidas como tais. As famílias, o Estado, as empresas e a sociedade devem tratar as pessoas idosas com o máximo respeito, prioridade e gratidão por tudo que fizeram quando tinham o seu vigor na plenitude. Uma pessoa séria não xinga, maltrata ou rouba um direito de uma pessoa idosa. Vamos amar, respeitar e ajudar as pessoas idosas.

domingo, 13 de março de 2011

Os empregados devem ser respeitados e valorizados


Todas as pessoas que trabalham em uma empresa, seja de qual tipo seja, sempre quer ter um ambiente que seja agradável e que sejam respeitadas. Será que esse tipo de ambiente é encontrado nas empresas brasileiras? Como deve ser um ambiente de trabalho para que a produtividade seja mais eficiente e as pessoas se sintam mais alegres e felizes? O ambiente é agradável na empresa em que você trabalha?

Segundo pesquisas recentes de algumas instituições sérias, a maioria das pessoas leva mais em conta no emprego ter um ambiente de trabalho em que sejam respeitadas, em que o seu talento seja admirado e utilizado de forma adequada do que a própria remuneração. De fato, trabalhar em uma empresa onde as pessoas, ou a própria pessoa, sejam tidas apenas como um número é extremamente desagradável, intolerável e improdutível. As pessoas devem ser tratadas como pessoas, de modo que nas empresas em que trabalham devem ser tratadas com cordialidade, respeito e consideração.

Infelizmente, muitos chefes tratam os seus subordinados como se fossem animais em que se pode apenas pronunciar uma única frase, ainda somente quando o chefe lhe dirigir a palavra: “sim, senhor” ou “sim, senhora”. Como as pessoas podem desenvolver as suas potencialidades, ter vontade, empenho e progresso em uma empresa que tenha chefes com essas características? Certamente isso ocorre em muitas empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes.

Felizmente, pelo menos nas empresas que querem progredir, esse tipo de chefe está em extinção. As empresas, sabiamente, querem chefes que valorizem os subordinados, que levem a explorar, no bom sentido, todas as potencialidades dos empregados que façam com que estes vejam em seus chefes um líder, uma pessoa na qual pode confiar, não um monstro, um inimigo que está ali apenas para prejudicar. Nessa situação em que o chefe é um inimigo, o empregado executa as suas tarefas com medo, com receio e não seguro do que está fazendo.

Pessoas altamente capacitadas e preparadas detestam serem monitoradas a toda hora e a todo o momento em suas atividades, elas querem ter liberdade na execução de suas tarefas. Querer monitorar o funcionário, seja por birra ou por qualquer outro motivo, deve levar a perdas significativas onde todos saem prejudicados, empresa, empregado e o próprio chefe.

O que ocorre também é a incapacidade, seja por qualquer motivo, do chefe colocar o empregado em uma atividade que seja igual ou próxima de sua vocação. Muitas vezes o empregado tem habilidades, vontade e empenho em uma área, mas o chefe o coloca em outra área na qual suas habilidades não são condizentes. Assim, tem-se uma perda extremamente grande. O chefe deve saber reconhecer o perfil de cada empregado e os aloque nos setores corretos.

O tratamento que os empregados devem ter com os seus empregos é totalmente incompatível com o rancor, ódio, perseguição e incapacidade dos chefes de alocá-los em áreas que estejam dentro das suas vocações. Quem chefia qualquer setor e em qualquer nível em uma empresa deve ter em mente que as pessoas podem reagir de forma diversa ao tratamento recebido por parte da chefia. O comportamento de subserviência, de medo e fragilidade diante do todo poderoso chefe, pode culminar para a violência quando o empregado não agüentar mais. Essa violência pode ser a via de fatos ou o surgimento de alguma doença grave no empregado, tais como stress, depressão, doença no coração e muitas outras. Quem é chefe deve tratar os seus subordinados com dignidade, liberdade, respeito, cordialidade e sensibilidade a eventuais erros toleráveis. Fazendo isso, todos sairão ganhando, principalmente a organização em que trabalham.

domingo, 6 de março de 2011

Os números da economia brasileira em 2010


A economia é fundamental para definir o bem estar das pessoas, para gerar renda e emprego, para elevar o progresso das pessoas, das empresas e dos países. Enfim, a economia deve ser levada em conta em muitos aspectos das vidas das pessoas e das instituições porque é a essência da geração de recursos necessários para a continuidade da vida de todos com a mesma aparência que conhecemos atualmente. As vidas das pessoas sem as empresas, bancos, governos e outras instituições beirariam ao barbarismo. Todas as pessoas fazem as contas no final do mês ou do ano de quanto ganharam e muitas vezes fazem comparação com o ano anterior para verificar se ganharam mais ou ganharam menos. O mesmo ocorre com as empresas, governos, instituições em geral e países.

Como faz sempre, nos últimos dias Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os números da economia brasileira referentes ao ano de 2010. Graças aos esforços de muitas pessoas, a nossa economia logrou fechar as contas com forte crescimento, quase igual aos verificados na China e na índia. O crescimento da economia brasileira em 2010 foi de 7,5%. Esse resultado foi proporcionado pelo crescimento de 6,5% na agropecuária, 10,1% na indústria e de 5,4% nos serviços. O valor total do PIB brasileiro foi de R$ 3,675 trilhões.

No setor industrial, as maiores taxas de crescimento foram na extração mineral que cresceu 15,7%, construção civil que cresceu 11,6% e na indústria de transformação que aumentou 9,7%. No setor agropecuário, os maiores aumentos foram na produção de soja que cresceu 20,2%, trigo com aumento de 20,1% e café com aumento de 17,6%. No setor de serviços, que foi o setor que menos cresceu na economia brasileira em 2010. Mas, mesmo assim, teve um aumento substancial. As maiores taxas foram verificadas nos serviços de intermediações financeiras, 10,6%, e setor de transporte, armazenagem e correio teve um aumento de 8,9%.

A economia brasileira fechou o ano de 2010, pela ótica do valor adicionado, com os seguintes números: Agropecuária adicionou R$ 180,831 bilhões (4,92% do PIB), a indústria R$ 841,024 bilhões (22,89% do PIB), os serviços adicionaram R$ 2,113 trilhões à economia brasileira (57,51% do PIB) e os impostos sobre o produto adicionaram R$ 539,321 bilhões (14,68% do PIB). Pelo lado da demanda, no ano de 2010 a economia brasileira teve R$ 2,226 trilhões em consumo das famílias (60,57% do PIB), R$ 778,013 bilhões de consumo das administrações públicas (21,17% do PIB), os investimentos em formação bruta de capital fixo e em formação de estoques foi de R$ 707,413 bilhões (19,25% do PIB) e exportação menos importação de bens e serviços foi de -36,518 bilhões (-0,99% do PIB), ou seja, houve um déficit nas transações com o exterior.

Os números da economia brasileira foram bastante positivos no ano de 2010. Infelizmente, a nossa economia ainda não tem condições de suportar taxas de crescimento mais substanciais em razão das deficiências tanto em infra-estruturas (portos, aeroportos, estradas e meios de transportes em gerais) e na incapacidade das empresas em atender aumentos significativos na demanda. Com taxa de investimentos de apenas de apenas 18,4% do PIB, com a verificada no ano passado, fica difícil a nossa economia ser sólida o suficiente para poder resistir taxas maiores de crescimento sem que a inflação seja uma ameaça real. O mote deve ser: aumentar significativamente as nossas taxas de investimento.