Na época das eleições é quando se deveria praticar a democracia em sua mais plena essência. É nesse período que são eleitos os representantes da população, quando algumas pessoas se responsabilizarão de fazer a vez do povo em muitas situações nas quais a presença de toda a população da cidade, do estado, do Distrito Federal ou do país não poderá está presente para decidir ou o sistema de consulta se torna inviável tanto do ponto de vista econômico como do ponto de vista prático.
A consulta à população só é viável se for realizada muito esporadicamente. Se for realizada sempre que for criar ou alterar uma lei, um decreto ou uma medida provisória, a população teria que reservar uma grande parte do dia, quase todos os dias da semana, para votar nessas consultas. Ainda mais, que seriam consultas em três níveis: municipal, estadual e federal.
Portanto, as eleições legislativas são muito importantes para a população, ao contrário do que muitas pessoas má informadas pretendem considerar o contrário. É no legislativo onde são discutidos e votados os projetos e as leis que são de vital importância para a sociedade. Imagina uma sociedade sem leis, como as pessoas se relacionariam? Na sociedade atual onde existem leis dos mais diversos tipos, as pessoas são agredidas, mortas, seqüestradas, roubadas, desrespeitadas das mais diversas formas, etc. Se não existissem leis, certamente viveríamos como selvagens, que só sobreviveriam os mais fortes. Sinceramente, uma sociedade de anarquia é para loucos, não para pessoas racionais.
No executivo, estão os responsáveis para atender a demanda da população, principalmente daquelas pessoas mais necessitadas. Imagina uma sociedade sem governo, que não existissem serviços públicos como creche, escolas, polícia, serviços médicos, limpeza, etc.? Como as pessoas mais pobres iriam sobreviver se precisassem de cuidados médicos? Como seus filhos iriam estudar? Como a sociedade passaria sem policiamento? São muitas as demandas da sociedade que somente o governo pode atender. É bobagem dizer os governos não prestam, que deveriam ser extintos.
Evidentemente, muitos que entram numa disputa eleitoral o fazem pensando em tirar proveito para si próprios e/ou para outrem. Esses espertalhões devem ser excluídos do meio político e destituídos das suas pretensões de serem representantes do povo. Se conseguirem terem êxito em suas pretensões, certamente muita gente sairá perdendo. A população em geral, porque não terão um representante que a representará com eficiência, presteza, ética e dedicação. Um grupo que é extremamente prejudicado é o grupo representado pelas pessoas que são verdadeiramente representantes da população, que trabalham com afinco, com dedicação, ética e respeita os compromissos firmados com a população quando de sua eleição. Em razão de haver mais visibilidade para as ações que são anti-ética, as pessoas má informadas, e infelizmente é a maioria da população, taxam os políticos como se fossem todos iguais. Isso, evidentemente, acaba prejudicando aqueles que verdadeiramente quer trabalhar efetivamente para a população, ser um verdadeiro representante da população.
Mesmo havendo essa distorção de informação disseminada voluntária ou involuntariamente entre a população, é muito importante que pessoas de bem, que efetivamente buscam servir as pessoas com as suas técnicas, arte, dedicação, ética e acima de tudo, respeito às pessoas que acreditam em sua honestidade entrem em disputas eleitorais. Com essas pessoas teremos representantes que realmente tratam as pessoas como pessoas e semelhante e não como servidores que estarão sempre pronto a servirem quando eles precisarem, geralmente de quatro em quatro anos ou de dois em dois anos.
As pessoas, os eleitores, são, na verdade, a grande responsável por existir político corrupto. Caso nas eleições, os eleitores realizassem um filtro no qual passassem apenas aqueles candidatos que demonstrassem realmente um histórico de honestidade em sua vida particular e em suas atividades profissionais ou políticas, certamente a quantidade de políticos que se comportam não condizente com a honestidade seria uma minoria ínfima insuficiente para impor adjetivos indesejáveis aos políticos que realmente zelam este nome e o tem como um sacerdócio.








Um comentário:
Ola Francisco
É um enorme prazer em deixar minha opinião aqui no seu blog, podemos trocar umas figurinhas...
Eu como professora de História trabalho Política na época de eleiçoes, e atualmente estou empenhada em todas as salas com um projeto incrível, depois lhe conto.
Mas gostaria de dar uma dica, coloque mais cor no fundo do seu blog e mude a cor das letras e preferencialmente aumente a letra, a maioria das pessoas depois dos 40 não enxerga essas letrinhas e acredito que é o seu público.
Um abraço.
Sueli (Profª e Psicopedagoga)
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