Os jovens brasileiros entre 15 e 29 anos são em torno de 51,1 milhões. Dessa população toda, cerca de 34 milhões de jovens entre 15 e 24 anos que são os mais atingidos por mazelas como desempregos, evasão escolar, envolvimento com drogas e outros tipos de crime, falta de formação profissional e morte por homicídio.
É nesse período de vida em que a pessoa não deve encarar apenas como uma passagem da infância para a fase adulta, mas como uma fase em que é construído o alicerce onde serão edificados todos os projetos do futuro juntamente com a identidade que irá acompanhar o individuo para o resto de sua vida.
Em 2007 foi realizada uma pesquisa pelo Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais (IBASE) com jovens do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Bolívia.
Entre as repostas desses jovens, destacam-se as seguintes:
1 – Acesso à educação de qualidade. Para eles não é só assegurar vagas, mas também os professores devem está preparados e os currículos devem está conforme é demandado pelo mercado, que possibilite ao jovem ao concluir o curso está preparado para o mercado. É necessário também que as escolas sejam flexíveis e permitem que os jovens possam combinar estudo e trabalho, tanto nas cidades quanto nas zonas rurais. Ainda segundo os jovens nessa pesquisa, é preciso que seja garantida a continuidade nos estudos universitário ou técnico-profissional para aqueles que assim o desejarem.
2 – Sejam dadas oportunidade de trabalho decente e criativo em que seja assegurada remuneração que respeitem os direitos trabalhistas e que abram a possibilidade que os jovens possam vislumbrar novos horizontes de progressos profissionais, sociais e culturais.
3 – Condições para uma vida em que sejam respeitados as diversidades e os direitos humanos.
4 - Valorização da sustentabilidade do meio ambiente, em que sejam viabilizadas diversas formas que direcionem para a questão ambiental.
Os jovens independentemente do lugar em que vivam ou do grupo social em que estejam inseridos, participam, discutem, criam e divulgam suas idéias para a sociedade. E são muito importante para o desenvolvimento econômico e social de uma nação.
Infelizmente, para a maioria dos jovens brasileiros começam cedo a busca pela sobrevivência e muitas vezes têm que abandonar a escola para poderem trabalhar e sustenta a si próprio e muitas vezes a família.
Atualmente, o governo está tentando minimizar esse problema por meio do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (PROJOVEM) em que os jovens encontram facilidades para trabalharem e estudarem.
Segundo um estudo do IPEA, a proporção que os jovens têm mais idade vai aumentando a quantidade de jovens fora da escola. De 15 a 17 anos, essa taxa é de 17%; de 18 a 24 anos é de 66% e de 25 a 29 anos é de 83%.
Homens - Só estuda/Estuda e trabalha/ Só trabalha
10 a 14 anos - 85,4%/ 11,6%/ 0,9%
15 a 17 anos - 54,4%/ 27,1%/13,3%
18 a 24 anos - 12,7%/ 18,0%/ 55,6%
25 a 29 anos - 2,1%/ 9,4%/ 78,3%
Mulheres - Só estuda/ Estuda e trabalha/ Só trabalha
10 a 14 anos - 91,0%/ 6,5% / 0,4%
15 a 17 anos - 65,3%/ 17,5% /4,9%
18 a 24 anos - 17,6%/ 15,1%/ 35,6%
25 a 29 anos - 4,7%/ 9,6%/ 53,0%
Fonte: IBGE
O que está descrito acima realmente sintetiza a situação dos jovens brasileiros. Necessitam de trabalho e estudo, assim eles poderão vislumbrar um futuro que seja de muito progresso e sucesso para eles, para a suas famílias e para o Brasil








2 comentários:
Me parece muy bien que Francisco Castro se preocupe por el bienestar de los jovenes ya que muchas estan usando drogras. Se cree que algunas veces ellos hacen pasar la droga por generic viagra
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