De acordo com a Pesquisa Industrial Anual (PIA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2006 0,5% das empresas industriais representavam 60% do valor da produção industrial. Essas empresas eram 764 em um total de 155.057 compondo esse ramo com o valor da produção industrial sendo respectivamente, R$ 333,3 bilhões e R$ 555,0 bilhões. Essa mesma pesquisa mostra que a concentração entre 1996 e 2006 aumentou. Nesse período, as maiores empresas industriais cresceram tanto em importância como na estrutura produtiva.
Em 2006, as empresas industriais brasileira com 5 ou mais empregados tinham 6,8 milhões de pessoas em seus quadros e obtiveram um faturamento líquido de cerca de R$ 1,3 trilhão e pagavam um total de R$ 118 bilhões em salários, com o salário médio sendo R$ 1.343,00. Em média, essas empresas empregavam 44 pessoas e tendo recebido uma receita líquida de R$ 9,0 milhões.
Empresas com 250 ou mais empregados eram 3.448, representavam 2,2% do total das empresas e empregavam 50,0% das pessoas que trabalhavam no setor industrial. Em média, empregavam 980 pessoas, pagavam 67,3% do total dos salários pagos no setor e 76,7% da receita líquida em vendas.
Nas empresas mencionadas no parágrafo acima, a produtividade no trabalho (a relação entre o valor da produção industrial e o número de pessoas empregadas) foi de R$ 82,0 mil e nas grandes empresas foi de R$ 130,0 mil. Já nas empresas com 250 ou mais empregados pagavam 5,3 salários mínimos enquanto que nas pequenas e médias o salário médio era de 2,6 salários mínimos.
Um indicador que mede o custo do trabalho (a relação entre os gastos com pessoal e o valor da produção industrial) foi de 31,4% para a indústria como um todo e de R$ 27,8% para as grandes empresas.
As grandes empresas industriais estavam distribuídas regionalmente da seguinte forma: Sudeste – 52,2%, Sul – 25,1%, Nordeste – 12,6%, Centro-Oeste – 5,9% e Norte – 4,2%. O Sudeste tinha 51,2% do pessoal empregado e 63,4% da produção industrial, enquanto o Sul tinha 24,5% e 16,0%, respectivamente.
O número de empresas com 250 empregados ou mais em 1996 eram 3.168, em 2006 esse número era 3.448, representando um aumento de 8,8%, enquanto que o aumento das empresas com 1.000 ou mais empregados o aumento foi ainda maior, 29,9%, passando de 588 para 764 empresas. Nesse mesmo período, o número de pessoas ocupadas nas grandes empresas passou de 2,7 milhões para 3,4 milhões, crescimento de 24,9% e nas empresas com 1.000 ou mais pessoas empregadas o aumento foi de 42,7%, passando de 1,5 milhão para 2,2 milhões.
Nas empresas com 1.000 ou mais pessoas nas áreas de produção e refino de petróleo e na produção de álcool em 1996 respondiam por 83,4% da produção dessas áreas, em 2006 passaram para 95,4%, caracterizando essas áreas como altamente concentradas. No setor de extração mineral, nas empresas com 1.000 ou mais empregados em 1996 representavam 50,5% da produção em 2006 representavam 71,9% da produção do setor.
Em 2006, a produtividade nas indústrias com mais de 1.000 funcionários, os principais ramos eram os seguintes: refino de petróleo e produção de álcool: R$ 1,019 milhão, extrativa: R$ 396,0 mil, metalurgia básica: R$ 328,0 mil; papel e celulose: R$ 280,0 mil.
Do que foi visto acima, pode-se concluir que a indústria é muito importante para o desenvolvimento da economia brasileira. Que apesar da última mudança na metodologia de cálculo do PIB no Brasil, na qual a indústria perdeu importância e os serviços tiveram majorado o seu peso, a indústria continua a ditar o crescimento e o ritmo da economia brasileira.
Em 2006, as empresas industriais brasileira com 5 ou mais empregados tinham 6,8 milhões de pessoas em seus quadros e obtiveram um faturamento líquido de cerca de R$ 1,3 trilhão e pagavam um total de R$ 118 bilhões em salários, com o salário médio sendo R$ 1.343,00. Em média, essas empresas empregavam 44 pessoas e tendo recebido uma receita líquida de R$ 9,0 milhões.
Empresas com 250 ou mais empregados eram 3.448, representavam 2,2% do total das empresas e empregavam 50,0% das pessoas que trabalhavam no setor industrial. Em média, empregavam 980 pessoas, pagavam 67,3% do total dos salários pagos no setor e 76,7% da receita líquida em vendas.
Nas empresas mencionadas no parágrafo acima, a produtividade no trabalho (a relação entre o valor da produção industrial e o número de pessoas empregadas) foi de R$ 82,0 mil e nas grandes empresas foi de R$ 130,0 mil. Já nas empresas com 250 ou mais empregados pagavam 5,3 salários mínimos enquanto que nas pequenas e médias o salário médio era de 2,6 salários mínimos.
Um indicador que mede o custo do trabalho (a relação entre os gastos com pessoal e o valor da produção industrial) foi de 31,4% para a indústria como um todo e de R$ 27,8% para as grandes empresas.
As grandes empresas industriais estavam distribuídas regionalmente da seguinte forma: Sudeste – 52,2%, Sul – 25,1%, Nordeste – 12,6%, Centro-Oeste – 5,9% e Norte – 4,2%. O Sudeste tinha 51,2% do pessoal empregado e 63,4% da produção industrial, enquanto o Sul tinha 24,5% e 16,0%, respectivamente.
O número de empresas com 250 empregados ou mais em 1996 eram 3.168, em 2006 esse número era 3.448, representando um aumento de 8,8%, enquanto que o aumento das empresas com 1.000 ou mais empregados o aumento foi ainda maior, 29,9%, passando de 588 para 764 empresas. Nesse mesmo período, o número de pessoas ocupadas nas grandes empresas passou de 2,7 milhões para 3,4 milhões, crescimento de 24,9% e nas empresas com 1.000 ou mais pessoas empregadas o aumento foi de 42,7%, passando de 1,5 milhão para 2,2 milhões.
Nas empresas com 1.000 ou mais pessoas nas áreas de produção e refino de petróleo e na produção de álcool em 1996 respondiam por 83,4% da produção dessas áreas, em 2006 passaram para 95,4%, caracterizando essas áreas como altamente concentradas. No setor de extração mineral, nas empresas com 1.000 ou mais empregados em 1996 representavam 50,5% da produção em 2006 representavam 71,9% da produção do setor.
Em 2006, a produtividade nas indústrias com mais de 1.000 funcionários, os principais ramos eram os seguintes: refino de petróleo e produção de álcool: R$ 1,019 milhão, extrativa: R$ 396,0 mil, metalurgia básica: R$ 328,0 mil; papel e celulose: R$ 280,0 mil.
Do que foi visto acima, pode-se concluir que a indústria é muito importante para o desenvolvimento da economia brasileira. Que apesar da última mudança na metodologia de cálculo do PIB no Brasil, na qual a indústria perdeu importância e os serviços tiveram majorado o seu peso, a indústria continua a ditar o crescimento e o ritmo da economia brasileira.








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